quinta-feira, 19 de outubro de 2017
 
     
 
DAEE removeu mais de 600 mil metros cúbicos de sedimentos no desassoreamento do Tietê
 
     
 
 
 
Sedimentos como areia e argila, além do lixo depositado no fundo do rio, são retirados no trabalho do DAEE (Foto: Divulgação)
 
     
 
O DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) já removeu 643 mil metros cúbicos de sedimentos (como areia, argila e materiais não inertes) e lixo depositados no fundo do canal do rio Tietê, no trecho entre o lago da Barragem Edgard de Souza, em Santana de Parnaíba, e o córrego Ipiranga, em Mogi das Cruzes. O trecho inclui os municípios de Santana de Parnaíba, Barueri, Carapicuíba, Osasco, São Paulo, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Poá, Suzano e Mogi das Cruzes, numa extensão total de 110 quilômetros.
Esse volume é equivalente à carga de 43 mil caminhões de médio porte, que formariam uma fila com 860 quilômetros de extensão. Colocados em sequência, esta frota faria uma fila de São Paulo a Vitória, no Espírito Santo. Todo este material é depositado em áreas certificadas pela Cetesb. Ricardo Borsari, Superintendente do DAEE, destaca que “este é um trabalho fundamental para garantirmos a capacidade de vazão do rio Tietê e minimizar o risco de inundações em todo o trecho”.

 
     
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