quinta-feira, 11 de maio de 2017
 
     
 
DAEE abre nova frente no trabalho de desassoreamento do rio Tietê em Itaquaquecetuba
 
     
 
 
 
As máquinas estão removendo um total de 343 mil metros cúbicos de sedimentos (Foto: DAEE)
 
     
 
O DAEE está iniciando uma nova frente de trabalho no desassoreamento do rio Tietê, no trecho do município de Itaquaquecetuba. O trecho faz parte do contrato de desassoreamento do “lote 4”, que se entende do córrego Três Pontes, divisa de São Paulo com Itaquaquecetuba, ao córrego Ipiranga, em Mogi das Cruzes, com 44,2 quilômetros de extensão, englobando os municípios de Itaquaquecetuba, Poá, Suzano e Mogi das Cruzes.
Atualmente as máquinas estão trabalhando na altura do córrego Caputera, onde está instalada uma área de bota-espera para secagem do material dragado que depois será removido para áreas de deposição final autorizadas pela CETESB. O DAEE está mobilizando também um conjunto de barcaças para operar inicialmente em um trecho de 5,5 mil metros em Itaquaquecetuba.
O Governo do Estado está investindo R$ 37,7 milhões no trabalho que é realizado pelo DAEE. As máquinas estão removendo um total de 343 mil metros cúbicos de sedimentos (como areia, argila e materiais não inertes) e lixo depositados no fundo do canal, o que deverá contribuir para evitar inundações nos municípios beneficiados – Itaquaquecetuba, Poá, Suzano e Mogi das Cruzes.

 

Trecho de Mogi das Cruzes
O DAEE iniciou o trabalho em agosto, com frentes de trabalho em Mogi das Cruzes, no trecho Estaleiro-foz do córrego Ipiranga, e está trabalhando atualmente com equipamento embarcado, no trecho atendido pelo bota-espera junto ao Parque Leon Feffer, aproximadamente 2,8 mil metros, que inclui a foz do córrego Matadouro e ribeirão dos Canudos.
Após concluir este trecho, este conjunto de máquinas seguirá para a divisa de Mogi das Cruzes e Suzano, para operar no trecho do bota-espera 13, numa extensão de aproximadamente 3 mil metros, que inclui a foz do córrego Taiaçupeba e do rio Jundiaí. No total, as máquinas já removeram um total de 81 mil metros cúbicos de sedimentos e 430 metros cúbicos de rochas da região do Estaleiro.
 
     
  Share on FacebookTweetShare on Google+Post to TumblrShare on LinkedInSend email
Mais notícias