quarta-feira, 03 de agosto de 2016
 
 
Consumo de água está 31% menor em comparação ao início da crise hídrica
 
 
 
 
(Foto: Divugalção/ Sabesp)
 
     
 
Mesmo após o fim do bônus para redução de consumo, a população da Região Metropolitana de São Paulo continua economizando água. O gasto médio nas 27 zonas de consumo registradas pela Sabesp na capital paulista passou de 10,41 m³ para 10,58 m³, entre junho de 2015 e junho deste ano, um aumento de apenas 1,52%. Esse consumo, porém, é 31% menor que os 15,5 m³ em janeiro de 2014, início da crise hídrica.

Algumas regiões reduziram ainda mais o consumo em relação a 2015. O campeão da economia foi o Grajaú, na zona sul, que passou de uma média de 9,93 m³ para 8,57 m³, uma queda de 13,65%. “O Grajaú sempre foi o bairro mais econômico, com um dos menores consumos durante a crise hídrica, mesmo sendo menos impactado por ser abastecido pelo Guarapiranga”, afirma a gerente de relacionamento com cliente, Samanta Tavares de Souza.

Capela do Socorro (de 9,50 m³ para 9,31 m³), Vila Maria (de 9,97 m³ para 9,93 m³) e Socorro (de 10,10 m³ para 10,06 m³) também economizaram mais água neste ano. “Os hábitos de consumo continuaram. Como a nossa estrutura tarifária é progressiva, ou seja, quem consome menos paga menos, o benefício tarifário é muito alto para essas famílias.”

Até mesmo na região de maior consumo, o Jardins, a alta foi de apenas 2,25%, passando de 15,38 m³ para 15,73 m³. Essa região compreende os bairros Jardim Paulista, Europa, América, Lapa, Alto de Pinheiros, Boaçava, Sumaré e Perdizes. “Mesmo com esse aumento, o consumo está bem aquém do que era antes da crise, em torno de 21 m³ e 22 m³”, compara Samanta. O maior aumento, de 8,48%, se deu na região do Jaçanã, na zona norte, de uma média de 9,43 m³ para 10,23 m³.
 
 
   
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